19/05/2011
Tipos de Sujeito: Ficha de trabalho
O Verbo: Ficha de trabalho 5º ano
Frases | Verbos | Tempos | Modo |
Ontem __________ um bilhete de lotaria. | (comprar) | Pretérito Perfeito | Indicativo |
A Maria já __________ falar do livro. | (ouvir) | Pretérito mais que Perfeito | Indicativo |
O Pedro __________ à praia amanhã. | (ir) | Futuro | Indicativo |
Tu ___________, à mesma hora que eu. | (chegar) | Presente | Indicativo |
Espero que o Manuel ___________ trabalhar. | (vir) | Presente | Conjuntivo |
O Nuno __________ de barco. | (andar) | Pretérito mais que Perfeito | Indicativo |
O caracol __________ num tronco da árvore. | (passear) | Presente | Indicativo |
O João __________, quando o Luís abalou. | (chegar) | Pretérito Imperfeito | Indicativo |
__________ o que te peço? | (fazer) | Futuro | Indicativo |
__________ as portas! | (fechar) | Presente | Conjuntivo |
O café ___________ quente. | (estar) | Presente | Indicativo |
Nós __________ o número de pessoas que chegavam. | (assentar) | Pretérito Imperfeito | Indicativo |
20/02/2011
A descrição – Ficha de trabalho
O Búzio era como um monumento manuelino: tudo nele lembrava coisas marítimas. A sua barba branca e ondulada era igual a uma onda de espuma. As grossas veias azuis das suas pernas eram iguais a cabos de navio. O seu corpo parecia um mastro e o seu andar era baloiçado como o andar dum marinheiro ou dum barco. Os seus olhos, como o próprio mar, ora eram azuis, ora cinzentos, ora verdes, e às vezes mesmo os vi roxos. E trazia sempre na mão direita duas conchas. Eram daquelas conchas brancas e grossas com círculos acastanhados, semi-redondas e semitriangulares, que têm no vértice da parte triangular um buraco.
O Búzio passava um fio através dos buracos, atando assim as duas conchas uma à outra, de maneira a formar com elas umas castanholas. E era com essas castanholas que ele marcava o ritmo dos seus longos discursos cadenciados, solitários e misteriosos como poemas.
O Búzio aparecia ao longe. Via-se crescer dos confins dos areais e das estradas. Primeiro julgava-se que fosse uma árvore ou um penedo distante. Mas quando se aproximava via-se que era o Búzio. Na mão esquerda trazia um grande pau que lhe servia de bordão e era seu apoio nas longas caminhadas e sua defesa contra os cães raivosos das quintas. A este pau estava atado um saco de pano, dentro do qual ele guardava os bocados do pão que lhe davam e os tostões. O saco era de chita remendada e tão desbotada que quase se tornara branca.
O Búzio chegava de dia, rodeado de luz e de vento, e dois passos à sua frente vinha o seu cão, que era velho, esbranquiçado e sujo, com o pêlo grosso, encaracolado e comprido e o focinho preto. E pelas ruas fora vinha o Búzio com o sol na cara e as sombras trémulas das folhas dos plátanos nas mãos. Parava em frente duma porta e entoava a sua longa melopeia ritmada pelo tocar das suas castanholas de conchas. Abria-se a porta e aparecia uma criada de avental branco que lhe estendia um pedaço de pão e dizia:
- Vai-te embora, Búzio.
E o Búzio, demoradamente, desprendia o saco do seu bordão, desatava os cordões, abria o saco e guardava o pão. Depois de novo seguia.
Homero
in Contos Exemplares,
Lê o texto com atenção e responde com frases completas.
1. Retira do primeiro parágrafo os dois adjectivos que caracterizam, de forma global, esta personagem.
2. Esta personagem era….
a) um animal marinho
b) uma concha
c) um homem.
d) um menino.
3. “ E pelas ruas fora vinha o Búzio…” (l.24)
a) Como ocupava ele o seu tempo?
b) Após a leitura atenta que fizeste do texto, traça o seu retrato psicológico.
4. Neste texto predomina….
a) o diálogo
b) a descrição
c) a narração
d) o monólogo.
4.1. Justifica a tua opção.
II
Produção escrita
Tal como o Búzio, também tu deves conhecer pessoas, animais, cantores, actores, bandas de música, etc.., de quem gostas. Vais escolher uma personagem e elaborar um pequeno texto descritivo, do género que acabaste de ler, utilizando adjectivos, verbos expressivos, recursos der estilo, nomes e advérbios, de modo a que alguém tenha prazer ao ouvir / ler a tua composição.
Proposta de resolução :
1. “ louco” e “ vagabundo”.
2. Um homem.
3. a) Ele ocupava o seu tempo a cantar e a pedir esmola.
b) Era pobre, solitário, calmo, paciente e conformado.
4. a descrição.
4.1. Por empregar o pretérito perfeito do indicativo, nomes, adjectivos e planos de descrição ( desde o mais longe até ao mais perto).
Níveis de língua
1 -O nível corrente obedece às regras usuais da língua, sendo classificado como nível médio e caracteriza-se por:
- vocabulário reduzido;
- sintaxe simplificada;
- expressões pitorescas;
- uso frequente de interjeições;
2 -O nível popular distingue um grupo de falantes com pouca ou nenhuma escolaridade, sendo classificado como nível baixo e caracteriza-se por:
- vocabulário muito escasso e concreto;
- sintaxe descuidada;
- frases inacabadas;
- (...)
3 -O nível familiar é utilizado no relacionamento íntimo, sendo, também, classificado como nível baixo e caracteriza-se por:
- vocabulário corrente, afectivo e pouco abstracto;
- sintaxe simplificada, directa;
- frases curtas, inacabadas;
- interjeições, apartes frequentes, vocativos...;
- frases de tipo exclamativo e/ou uinterrogativo;
- expressões sugestivas;
- explicitação da intimidade;
- (..)
4- A gíria é uma variedade linguística própria de certos grupos sócio-profissionais.
É uma forma exagerada do uso familiar confinado a certos meios sociais.
5-O calão, ou jargão é uma outra versão da gíria, respeita os usos correntes da morfologia e da sintaxe, mas apresenta um vocabulário muito original acessível
só a alguns o que torna o discurso incompreensível para a maioria.
6-As linguagens técnicas e científicas costumam incluir-se no calão, em pé de igualdade com o nível utilizado por marginais.
19/02/2011
MODOS E TEMPOS VERBAIS – conjugação simples
04/11/2010
O TESOURO -Eça de Queirós
I
Os três irmãos de Medranhos, Rui, Guanes e Rostabal, eram então, em todo o Reino das Astúrias, os fidalgos mais famintos e os mais remendados.
Nos Paços de Medranhos, a que o vento da serra levara vidraça e telha, passavam eles as tardes desse Inverno, engelhados nos seus pelotes de camelão, batendo as solas rotas sobre as lajes da cozinha, diante da vasta lareira negra, onde desde muito não estalava lume, nem fervia a panela de ferro. Ao escurecer devoravam uma côdea de pão negro, esfregada com alho.
Depois, sem candeia, através do pátio, fendendo a neve, iam dormir á estrebaria, para aproveitar o calor das três éguas lazarentas que, esfaimadas como eles, roíam as traves da manjedoura. E a miséria tornara estes senhores mais bravios que lobos.
Ora, na Primavera, por uma silenciosa manhã de domingo, andando todos três na mata de Roquelanes a espiar pegadas de caça e a apanhar tortulhos entre os robles, enquanto as três éguas pastavam a relva nova de Abril – os irmãos de Medranhos encontraram, por trás de uma moita de espinheiros, numa cova de rocha, um velho cofre de ferio. Como se o resguardasse uma torre segura, conservava as suas três chaves nas suas três fechaduras. Sobre a tampa, mal decifrável através da ferrugem, corria um dístico em letras árabes. E dentro, até às bordas, estava cheio de dobrões de ouro!
No terror e esplendor da emoção, os três senhores ficaram mais lívidos do que círios. Depois, mergulhando furiosamente as mãos no ouro, estalaram a rir, num riso de tão larga rajada que as folhas tenras dos olmos, em roda, tremiam... E de novo recuaram, bruscamente se encararam, com os olhos a flamejar, numa desconfiança tão desabrida que Guanes e Rostabal apalpavam nos cintos as cabos das grandes facas. Então Rui, que era gordo e ruivo, e o mais avisado, ergueu os braços, como um árbitro, e começou por decidir que o tesouro, ou viesse de Deus ou do Demônio, pertencia aos três, e entre eles se repartiria, rigidamente, pesando-se o ouro em balanças. Mas como poderiam carregar para Medranhos, para os cimos da serra, aquele cofre tão cheio? Nem convinha que saíssem da mata com o seu bem, antes de cerrar a escuridão. Por isso ele entendia que o mano Guanes, como mais leve, devia trotar para a vila vizinha de Retortilho, levando já ouro na bolsilha, a comprar três alforjes de couro, três maquias de cevada, três empadões de carne e três botelhas de vinho. Vinho e carne eram para eles, que não comiam desde a véspera: a cevada era para as éguas. E assim refeitos, senhores e cavalgaduras, ensacariam o ouro nos alforjes e subiriam para Medranhos, sob a segurança da noite sem lua.
– Bem tramado! – gritou Rostabal, homem mais alto que um pinheiro, de longa guedelha, e com uma barba que lhe caía desde os olhos raiados de sangue até á fivela do cinturão.
1. O texto corresponde ao início do conto " O Tesouro" de Eça de Queiroz.
1.1. Explica como isso se torna evidente pela leitura do excerto.
1.2. Procura no texto a expressão que permite inserir o conto no tempo histórico da Reconquista Cristã.
2. Os dois primeiros parágrafos do texto são predominantemente descritivos.
2.1. Das opções que se seguem escolhe a(s) que lhe conferem essa particularidade.
a) O predomínio dos verbos de acção conjugados no pretérito perfeito.
b) O rápido avanço da acção.
c) A referencia a um tempo passado.
d) O predomínio dos verbos de estado flexionados no pretérito imperfeito e da adjectivação.
2.2. Coloca, pela respectiva ordem, os aspectos descritivos que concorrem para um espaço social miserável e decadente.
- degradação do espaço físico.
- A inércia e a inactividade das personagens.
- A extrema pobreza das personagens.
3.O inicio do texto contém uma descrição colectiva dos irmãos.
3.1. Procura no texto a descrição individual de Rui e transcreve-a.
3.2. Concluis então tratar-se de:
a) uma descrição física e psicológica.
b) uma descrição psicológica.
c) Uma descrição física.
4. A narração propriamente dita vai ter início no terceiro parágrafo do texto.
4.1. Aponta as coordenadas espaço-temporais que a envolvem.
4.2. Refere o acontecimento que vai originar uma alteração súbita na vida das personagens anteriormente descrita.
29/10/2010
Fábula - OS RATOS REUNIDOS EM CONSELHO
OS RATOS REUNIDOS EM CONSELHO
Há muito tempo, os ratos reuniram em conselho para decidir a maneira de se verem livres do gato que andava permanentemente à caça deles. Porque o gato era muito esperto. Deslocava-se furtivamente, sem fazer barulho, e, quando atacava, era mais rápido e mortífero do que o relâmpago.
Vários ratos expuseram as suas ideias, e a reunião prolongou-se pela noite fora. Nenhum dos planos parecia resultar, até que um rato muito novo pediu a palavra.
- Proponho – disse ele – que se pendure um guizo ao pescoço do gato. E, assim, cada vez que ele se mexer, o guizo toca e avisa-nos do perigo. Ouvimos o som e temos tempo de fugir.
Os outros ratos acharam que era uma óptima ideia e foi uma chiadeira de entusiasmo e aplausos. Então, um velho rato, que tinha ficado calado durante todo o tempo, levantou-se e disse com gravidade.
- É uma excelente proposta, e tenho a certeza de que vai dar resultado. Mas pergunto uma coisa.
Calou-se.
- O que é? Faça a pergunta – chiaram os outros ratos.
- Quem – disse o velho rato – vai pendurar o guizo ao pescoço do gato?
Desta vez, nenhum dos ratos teve mais nada a dizer.
É mais fácil ter ideias que realizá-las.
Fábula de Esopo.
Versão de Ricardo Alberty
Responde às seguintes questões:
- Qual é o motivo desta reunião?
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- Era fácil encontrar uma solução? Justifica com frases do texto.
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- A sugestão do rato mais novo foi bem aceite? Justifica.
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- Houve um rato que não participou na « … chiadeira de entusiasmo e aplausos».
Quem foi? E porquê?
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- O rato mais velho fez uma pergunta a que ninguém respondeu.
No entanto, há um provérbio que pode aplicar-se muito bem a esta situação: « Não responder é resposta.»
Estás de acordo? Que resposta significou, então, o silêncio dos ratos?
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- A moralidade: « É mais fácil ter ideias do que realizá-las.»
Entre os cinco provérbios seguintes , escolhe dois que resumam igualmente a mensagem desta fábula:
A bom entendedor meia palavra basta.
Palavras sem obras são tiros sem balas.
Apressada pergunta, vagarosa resposta.
Se queres ser bom juiz ouve o que cada um diz.
Do dito ao feito vai um grande eito.
O Fantasma
- Lê o texto com muita atenção.
O FANTASMA
O Mário a
chava aquilo verdadeiramente esquisito. Acontecia todos os dias e à mesma hora. Sempre que ele regressava das aulas, punha o almoço em cima da mesa e ia lavar as mãos à casa de banho. Quando vinha para se sentar, o almoço tinha desaparecido. Parecia magia!
Ora, um dia, o Mário resolveu dar mais atenção ao caso. Como de costume, era meio-dia. Pôs o almoço em cima da mesa e, em vez de ir lavar as mãos à casa de banho, escondeu-se atrás da porta para ver o que se passava. Pela fisga, com cuidado, espreitou. Não se via lá muito bem, mas sempre era melhor que nada.
De repente, como um relâmpago, na mesa surgiu uma sombra branca com uns olhos muito brilhantes…Era assustador! Em segundos, aquela sombra misteriosa devorou o almoço do Mário. Depois desapareceu sem se saber como.
O Mário estava aterrado!... Mas ele, com medo que aquela coisa estranha o visse, não gritou nem nada.
À noite, quando os pais regressaram do trabalho, o Mário contou:
- Vi um fantasma!
- Um fantasma? – Perguntaram os pais com ar de brincadeira.
- Vi mesmo. Eu sei que vi. Foi ao meio-dia. Ele até comeu o almoço…
- Os fantasmas não existem, Mário – explicou o pai – Do que te havias de lembrar!
- O que as crianças hoje inventam para não comerem a sopa! – Dizia a mãe.
O Mário insistia mas os pais continuavam sem acreditar. Mas, ele tanto insistiu, tanto insistiu que, no dia seguinte, o pai resolveu vir almoçar a casa para ver se aquilo era verdade.
Armindo Reis, O Sol da nossa rua
- Responde, sempre de forma completa:
a) Que tipo de narrador encontras neste texto? Justifica a tua resposta.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
b) Faz a localização espacial da acção do texto.
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c) Quais são as personagens do texto?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
d) Classifica as personagens quanto à sua importância na acção.
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e) Por que razão é que o Mário andava preocupado?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
f) O que resolveu fazer para descobrir o mistério?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
g) Descreve o que o Mário viu.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
h) Qual foi a reacção dos pais?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
i) E tu, acreditas em fantasmas? Justifica a tua resposta.
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
II
a) Descobre os sinónimos das palavras sublinhadas:
Ele teve cautela. _____________________________________
O pai resolveu vir almoçar. _____________________________
b) Descobre os antónimos das palavras sublinhadas:
De repente ele surgiu. _________________________________
O Mário insistiu. _____________________________________
c) Lê as frases e coloca as palavras sublinhadas no lugar certo
De repente, como um relâmpago, surgiu uma sombra branca com uns olhos brilhantes. Em segundos aquela sombra misteriosa devorou o seu almoço. O Mário contou tudo aos pais mas estes não acreditaram.
| Nomes | Determinantes | Adjectivos | Pronomes |
| |
22/10/2010
Como fazer um bom Resumo
Características de um bom resumo:
· Brevidade – um bom resumo apenas contém as ideias principais. Os pormenores não são incluídos.
· Rigor e clareza – um bom resumo exprime as ideias fundamentais do texto, de uma forma clara e que respeite o pensamento do autor.
· Linguagem pessoal – num bom resumo não se copiam as frases do texto. Deve-se exprimir as ideias principais por palavras nossas.
Como se deve fazer um bom resumo?
Para se fazer um bom resumo, podes seguir alguns passos simples:
1. Lê o texto e tenta compreendê-lo bem. Identifica as ideias principais, parágrafo a parágrafo:
1.1. Podes sublinhá-las, durante a leitura;
1.2. Podes fazer um esquema, no fim da leitura, para organizar o texto e os parágrafos.
2. Começa a escrever o teu resumo, respeitando sempre o conteúdo do texto e o pensamento do autor:
2.1. Procura não incluir pormenores desnecessários;
2.2. Substitui ideias repetidas ou semelhantes por uma que as englobe;
2.3. Utiliza termos genéricos em vez de listas;
2.4. Utiliza uma linguagem pessoal.
3. Lê o teu resumo e avalia-o, corrigindo os aspectos que achares necessário:
3.1. Contém as ideias principais?
3.2. A ideia do autor está repetida?
3.3. O texto percebe-se bem?
3.4. Não há pormenores nem repetições?
Lê agora as regras que te são apresentadas para a realização de resumos e aplica-as a cada um dos pequenos textos que se seguem:
1ª regra: Não se devem incluir pormenores desnecessários.
No seu aniversário, o Tiago recebeu um presente especial. Vinha embrulhado com um papel dourado e trazia um grande laço verde. Estava dentro de uma grande caixa. Era o par de patins que ele tanto desejava.
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2ª regra: Não se devem repetir ideias
O Tiago estava satisfeito. Não cabia em si de contente. Transbordava de alegria. Transpirava felicidade por ter recebido os patins que queria.
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3ª regra: As listas de objectos devem ser substituídas por termos genéricos.
Em cima da mesa estavam muitas garrafas de coca-cola, de laranjada, de limonada, de ice-tea e de groselha. Havia também bolos de ananás, pudins, bolachas de chocolate, natas, e um bolo de aniversário.
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4ª regra: Uma série de acções idênticas deve ser descrita através de um único verbo que as englobe o mais possível.
O balão começou a tremelicar, tentou subir, deu algumas voltas, subiu um pouco mais. Lentamente foi subindo mais ainda. Agitou-se no ar, sempre mais para o alto, até que, finalmente, desapareceu.
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O que treinei com esta actividade?
Como estudar melhor …. Verbos introdutores
Às vezes, as dificuldades residem no desconhecimento do significado de alguns verbos utilizados nas instruções das tarefas. Vejamos o significado habitual dos mais frequentes:
- Caracterizar Destacar os elementos principais ou distintivos.
- Comparar Apresentar semelhanças e diferenças.
- Criticar Dar opinião pessoal. Tomar posição, a favor ou contra.
- Definir Dar o significado exacto.
- Demonstrar Apresentar provas.
- Delimitar Dizer onde começa e onde acaba.
- Distinguir Mostrar as diferenças
- Explicar Desenvolver, para tornar compreensível.
- Identificar Dizer o que é.
- Indicar Designar uma coisa, uma pessoa ou uma ideia.
- Interpretar Estabelecer o sentido
- Justificar Dizer por que motivo.
- Reescrever Escrever de novo.
- Relacionar Estabelecer ligações.
- Transcrever Copiar de um texto uma frase, uma expressão ou uma palavra.











