21/05/2009

COMPLEMENTOS CIRCUNSTANCIAIS




TEXTO

Pronomes Pessoais




TEXTO

Orações Coordenadas




07/05/2009

O Cavaleiro da Dinamarca- Ficha de trabalho



(...)
Antes da meia-noite, sem falta, tinha de chegar à sua casa na clareira de bétulas.
E ao fim de três quilómetros de marcha, cheio de confiança, penetrou na grande floresta.
(...)
Caminha em direcção ao nascente e ao fim de uma hora encontrou na neve rastos frescos de trenós. (...)

I
- Após uma leitura atenta, responde, cuidadosamente, às questões que te são colocadas:

1- O texto apresentado é um excerto de um conto que estudaste. Como se intitula esse conto?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

1.1- Quem escreveu o referido conto?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2- De acordo com aquilo que estudaste, quantas categorias pode ter uma narrativa? Indica-as.
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2.1- Tendo em conta o excerto apresentado, indica a personagem interveniente nesta parte da acção.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2.2- Em que espaço (onde) a acção está a acontecer?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2.2.1- Localiza no tempo ( quando ) essa mesma acção.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2.3- Que tipo de narrador é que nos está a contar este episódio? Justifica a tua resposta com expressões textuais.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

3- Explica, por tuas palavras, em que parte da narrativa é que esta passagem se enquadra.

ELEMENTOS DA NARRATIVA

Faz corresponder a cada uma das definições uma das seguintes palavras:

narrador, tempo, acção, introdução, espaço, narração, físico, protagonista, psicológico, secundária.


1. Enredo de um texto -
2. Retrato que revela sentimentos/qualidades das personagens -
3. Primeira parte de um texto narrativo -
4. Modalidade do discurso em que são relatados os vários momentos da acção -
5. Personagem principal de um texto -
6. Entidade que conta a história -
7. Local em que decorre a acção -
8. Personagem menos importante do que a principal -
9. Retrato que mostra os traços exteriores das personagens -
10. Momento em que decorre a acção -

23/04/2009

Voz Activa e Voz Passiva

A utilização da voz activa ou da voz passiva resulta de uma escolha feita pelo locutor, de acordo com a sua intenção.
Exemplo de Voz Activa:
-O João comeu o bolo.

Voz Passiva
-A voz passiva só é possível em verbos transitivos directos.
- A forma verbal na voz passiva é formada pelo verbo auxiliar SER + PARTICÍPIO PASSADO do verbo principal.
- Também é possível formar uma frase passiva com o pronome pessoal SE ( tradicionalmente chamado palavra/ partícula apassivante) e a 3ª pessoa do verbo, concordando com o sujeito. Nesta construção o agente da passiva nunca vem expresso.
Exemplo de Voz Passiva:
- O bolo foi comido pelo João.

O complemento agente da passiva é um complemento específico das frases com a forma passiva. Nestas frases o sujeito não pratica a acção — sofre a acção —, por isso, é necessário um complemento especial que indique o ser responsável pela acção sofrida pelo sujeito.

TESTE DE LÍNGUA PORTUGUESA – 8º ANO


FALAR VERDADE A MENTIR

CENA XII
JOAQUINA (só)

Pobre rapaz! ficou como pateta! Se ele não está costumado a isto... Conde­nado a falar verdade vinte e quatro horas a fio... Também, olhe que nos dá um trabalho! Porque mente com um desembaraço e sem a menor considera­ção... Já se tinha esquecido da peta do almoço. Felizmente que nós estamos prevenidos, e graças ao bolsinho de minha ama e à vizinhança do Manuel Espanhol, em poucos minutos se fez da peta verdade... E José Félix! Não verão o meco sentado à mesa com meus amos como se fosse gente, o pedaço de lacaio!... Mas deixem estar que o tratante tem um ar, sabe tomar uns modos, que quem o não conhecer!... Em que ele se deita a perder decerto, é que aquilo é um comilão... 0 que lhe vale é fazer de inglês... não se repara. - Agora que mais falta? Vejamos. A tal visita de agradeci­mento ao general Lemos: essa não se pode evitar. Só se... É verdade; o general Lemos que venha cá... como têm vindo os outros. Vou avisar José Félix que se avie de almoçar e nos represente mais esse figurão. Não lhe há­-de custar muito... é seu amo. -Ai! que é isto, que quer este senhor?

CENA XIII
JOAQUINA e o GENERAL

GENERAL - 0 Senhor Duarte Guedes está aqui, não é assim?

JOAQUINA - Está, sim, senhor, foi agora para a mesa almoçar com o Senhor Brás Ferreira, seu sogro que está para ser.

GENERAL - Um almoço de família, almoço de noivos. Não permita Deus que eu tal perturbe. Esperarei.

JOAQUINA - Se faz favor de dizer o seu nome.

GENERAL - Não é preciso.

JOAQUINA - Não é para saber... é que se fosse coisa que...

GENERAL - É coisa que eu lhe quero dizer só a ele ou a seu sogro.

JOAQUINA - Como queira.
Almeida Garrett, Falar Verdade a Mentir
A- Partindo da leitura das duas cenas e do conhecimento da obra, responde às seguintes questões:

1. Situa as duas cenas na estrutura da obra.

2. Joaquina diz: “É verdade; o general Lemos que venha cá…como têm vindo os outros.”
2.1. Por que razão há-de ir lá o general Lemos?
2.2. Quem são “os outros” a quem ela se refere?

3. Transcreve expressões de dois níveis de língua diferentes.

3.1. Estão esses níveis de língua de acordo com a classe social das personagens que os pronunciam? Justifica.

4. Refere, destas cenas, a personagem que irá contribuir para a resolução do conflito.
4.1. Resume a sua intervenção nas cenas seguintes.

5. Indica os modos de apresentação das falas das personagens presentes nas duas cenas.

6. Faz o levantamento dos elementos que nos dizem tratar-se de um texto dramático.

7. Justifica o título da obra.



B- Completa as seguintes frases de acordo com a leitura que fizeste da obra.

1. Toda a acção decorre________________________________________________
2. Brás Ferreira é um negociante do Porto que tem __________________________
3. Duarte tem o costume de ____________________________________________
4. No dia do casamento de Amália, Joaquina receberia _______________________
5. José Félix, para ajudar Duarte, representou os papéis de ___________________________________________________________________
6. O coronel Luís Guedes é _____________________________________________
7. O General é o amo de _______________________________________________
8. A peça retrata a sociedade do século ___________________________________



C- Completa as seguintes frases:

1. O artista que se dedica à criação dos cenários designa-se __________________
2. O escritor de peças dramáticas designa-se ______________________________
3. O responsável pelos ensaios de um espectáculo designa-se _________________


II

A- Classifica sintacticamente as seguintes frases:

1. Brás Ferreira veio do Porto com Amália e Joaquina.
2. Amália e Joaquina estão muito apreensivas.
3. José Félix continua o jogo com afinco.
4. Eles encobriram-no com mestria.


B- Divide e classifica as orações das seguintes frases:

1. Ele ficou muito contente porque recebeu as cem moedas.
2. Para que o casamento se realize, Duarte não pode ser apanhado em mentiras.
3. Se ele adivinhasse as futuras aflições, não teria mentido tanto.
4. O general Lemos chegou quando eles estavam a almoçar.




IIII

Joaquina diz: “Porque mente com um desembaraço e sem a menor consideração”.
Há, como sabes, um ditado popular assim:
“Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo.”

Narra um facto real, ou então imaginado, que possa ter como título este provérbio.

Sexta-Feira ou a Vida Selvagem -Ficha de avaliação


I
Recorda a obra “ Sexta-Feira ou a Vida Selvagem” e responde de forma sintética às seguintes questões:
1. Como se chama o autor do livro?
2. Qual o erro fatal que Robison cometeu?
3. Como se chamava a ilha deserta?
4. O que é que foi iniciado ao milésimo dia do calendário local?
5.Como é que Robison resolveu o problema dos ratos?
6. Que designação se dá ao relógio?
7. Quem era a personagem que Robison chamava de Domingo?
8. Como se chamava o navio que quebrou o isolamento da ilha?


II
Responde agora de forma desenvolvida e correcta:

1. Relaciona o nome do barco -EVASÃO- com a finalidade da sua construção.
2. A explosão na ilha é um acontecimento muito importante no desenrolar desta narrativa. Explica essa importância.
3. Caracteriza o índio Sexta-Feira atendendo a: retracto físico; carácter; relacionamento com Robison; relação com os animais.


III
1. Explica o sentido das seguintes palavras: enfadonho; tépida; caos; bizarro.

2. Substitui a parte sublinhada pela forma adequada do pronome pessoal e escreve de novo a frase:
a) travámos a batalha com todo o fervor.
b) havia de experimentar outras aventuras.
c) quando contares a história à tua irmã.

3. Conjuga o verbo estar no pretérito perfeito do modo indicativo e no presente do modo conjuntivo, na 1ª, 2ª e 3ª pessoas do plural.TEXTO

Ficha de avaliação - 8º ano

O que não vem nos jornais


Dia a dia, milhares de quilos de papel, por vezes ainda a cheirar a tinta, desaparecem das mãos dos ardinas (...).

Na monotonia do quotidiano que se repete, há quem os leia no intervalo apressado proporcionado por uma viagem de autocarro, no café, antes de entrar para o trabalho, em período de lazer, no espaço recatado da casa de cada um. Lêem e devoram a informação sobre o joelho, palavras, números, gravuras.

O jornal é um veículo de informação que, apesar de muitos lhe preconizarem a morte, vai resistindo e moldando-se aos interesses das pessoas. (...).

Dir-nos-ão que entre nós, ainda assim são muito poucos os que lêem jornais. Não bastará para tanto invocar que os preços são altos, que muitos não sabem ler, que o interesse pela leitura nunca foi muito estimulado. (...) Mas há outras razões, mais ou menos ligadas a submissões políticas e económicas, falta de força e de qualidade. Mas, pesquisemos também o conteúdo e a sua relação com os leitores, o que nos faz vir à cabeça o último verso de uma (já) velha canção de Chico Buarque: "a dor da gente não sai nos jornais"... o que sai, então? Sai a discussão política, a economia e os grandes números de orçamentos e de empresas, as greves e as disputas entre sindicatos, as "bombas" do desporto, as guerras ...

Não vêem nos jornais, pelo contrário, as pequenas dores e alegrias das pessoas, a não ser daqueles que conseguiram transpor o muro para a vida pública. Não há espaço para as pequenas mutações que estão, finalmente, a mudar a vida de todos, para os casos que, por serem pequenos, não deixam de ser grandes.

Luísa Bessa, in Jornal de Notícias 20-10-86

(adaptado)


Depois de teres lido com atenção o texto apresentado, responde de forma correcta, clara e completa às seguintes questões.

I

1) Neste texto e noutro que anteriormente estudaste, são referidos diferentes tipos de leitor de jornais. Indica-os.


2) De acordo com o texto, os jornais relatam apenas um certo tipo de acontecimentos.

2.1) Que assuntos são privilegiados pelos jornais?

2.2) Afinal, o que é que "não vem nos jornais"?

os jornais não servem apenas para informar.



II

1) Lê, o texto que se segue, e prova que o mesmo se trata de uma notícia incompleta:


Uma equipa nomeada para o efeito seleccionou ontem os nove intérpretes das canções concorrentes ao festival após demorada audição.


1.1) Completa a notícia de forma a fazer sentido, usando no máximo 30 palavras.


2) Diz quais são as características da linguagem utilizada na notícia.




III

1) Classifica morfologicamente cada uma das palavras que se encontram sublinhadas nas seguintes frases: (Caso se trate de um verbo, indica também o tempo e o modo.)

a) o trabalho liberta o Homem.

b) os empregados são simpáticos.

c) aquelas montanhas estão cobertas por um manto de neve.

d) hoje fala-se muito da Internet.

e) Se eu comprasse uma rosa, oferecia-a à minha namorada.


2) Completa os espaços em branco com ou à:

i) Todos os anos ___ uma feira do livro na escola. ii) Sempre que posso leio ___ noite antes de dormir. iii) ___ quem tenha muitos livros em casa. iv) Na vida ___ tempo para tudo.



10/04/2009

Ficha de trabalho _ Os Lusiadas

4
E vós, Tágides minhas, pois criado
Tendes em mi um novo engenho ardente,
Foi sempre em verso humilde, celebrado
Foi de mi vosso rio alegremente,
Dai-me agora um som alto e sublimado,
Um estilo grandíloco e corrente,
Por que de vossas águas Febo ordene
Que não tenham inveja às de Hipocrene.

5
Dai-me uma fúria grande e sonorosa,
E não de agreste avena ou frauta ruda,
Mas de tuba canora e belicosa,
Que o peito acende e a cor ao gesto muda.
Dai-me igual canto aos feitos da famosa
Gente vossa, que a Marte tanto ajuda;
Que se espalhe e se cante no Universo,
Se tão sublime preço cabe em verso.

6
E vós, ó bem nascida segurança
Da Lusitana antiga liberdade,
E não menos certíssima esperança
De aumento da pequena cristandade,
Vós, ó novo temor da Maura lança,
Maravilha fatal da vossa idade,
Dada ao mundo por Deus, que todo o mande,
Pera do mundo a Deus dar parte grande;

Camões, Os Lusíadas




1. Localize as estâncias acima transcritas na estrutura interna de Os Lusíadas.

2. Aponte as razões que teriam levado Camões a invocar as Tágides.

3. Refira os pedidos formulados e o tom utilizado nesses pedidos.

4. Nestas duas estâncias existe uma distinção entre a lírica e a épica. Cite as expressões que caracterizam cada um dos estilos.

5. Explique o sentido das expressões:

5.1. “Mas de tuba canora e belicosa
Que o peito acende e a cor ao gesto muda.” (5, vv. 3, 4)

5.2. “Que se espalhe e se cante no Universo,
Se tão sublime preço cabe em verso.” (5, vv. 7, 8)

6. Faça um breve comentário formal à estância 5.

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